Bancada do PT reúne-se com Dilma e reforça apoio para impulsionar políticas que têm transformado o Brasil

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Em reunião com a presidenta Dilma Rousseff nesta sexta-feira (5), a coordenação da Bancada do PT na Câmara reafirmou o apoio incondicional ao pacto proposto pela chefe de Estado para o enfrentamento de problemas do País, entre eles o plebiscito para a reforma política. A presidenta ressaltou, na reunião, o  compromisso com o combate à inflação e com o rigor fiscal.

Dilma apresentou dois pedidos aos parlamentares petistas, de acordo com o líder da Bancada, José Guimarães (CE): recompor a base e garantir a governabilidade, não aprovando projetos que comprometam o rigor fiscal que o momento impõe e manter um diálogo permanente com a sociedade. “Não podemos votar tudo aquilo que possa sinalizar um desequilíbrio fiscal do País”.

Segundo o líder, é necessário “afinar a viola” com toda a base,  para a votação de matérias de interesse estratégico, mas também para evitar outras que possam comprometer as contas públicas. “A presidente pediu apoio para nós ajudarmos na recomposição da base, principalmente, no diálogo com o PMDB”, resumiu Guimarães.

Sociedade – Na avaliação do líder, foi inaugurado “um novo tempo” na relação da Bancada com a presidenta da República. Uma ação definida é que haverá, periodicamente, reuniões da coordenação do partido na Câmara com ministros do PT, para tratar tanto da agenda política como da implementação de ações que cheguem até à sociedade.

Conforme relatou Guimarães, o pacto proposto pela presidenta visa a transformar radicalmente  o cenário no país, aprofundando as ações iniciadas no governo Lula e que tiveram continuidade no governo atual.  “Nesses dez anos tivemos avanços extraordinários em termos de desenvolvimento econômico com justiça social, e vamos avançar mais”, destacou o líder do PT.

Na reunião, falou-se sobre a necessidade de o governo federal divulgar de forma profissional  as conquistas do último decênio. O endividamento público, por exemplo, em 2002, último ano do governo tucano de FHC, correspondia a quase 60% do Produto Interno Bruto (PIB) (soma das riquezas produzidas no País)  e hoje é de 34%.  “Vamos dar um salto a partir de agora , sob a liderança de Dilma, que é o que a sociedade quer- melhor serviços público em todas as áreas”, disse o líder.

Combustível – As bandeiras levantadas recentemente por multidões que foram às ruas em cidades de todo o País, na expressão de Guimarães, são “combustível”  para a presidenta e para o PT darem impulso e aprofundar uma série de políticas públicas que têm transformado positivamente o Brasil.

“Expressamos à presidenta que o PT não tem medo das ruas, pois é um partido de origem popular e que surgiu das ruas. Temos de defender o legado do governo Lula e o que tem sido feito pelo governo atual. E é o que vamos fazer”, disse o líder do PT. Ele admitiu que a popularidade de Dilma caiu nas últimas semanas, mas caiu junto com a “de todos, como a de governadores, por exemplo”.

Segundo o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), diagnosticou-se claramente que os protestos nas ruas evidenciam pelo menos três fatos: a necessidade de se revigorar o sistema de representatividade no  País, com uma reforma política e eleitoral; os valores expostos pelos manifestantes: e as demandas reais que os governantes, nos três níveis da administração, terão de resolver.

Participaram da reunião cerca de 21 deputados do PT.  Na reunião, falaram seis petistas, com relatos específicos sobre suas áreas de atuação. Além do líder, que sintetizou os grandes desafios da pauta política, sob a ótica do PT, falaram o vice-presidente da Câmara, André Vargas  (PT-PR) , Ricardo Berzoini (PT-SP) e presidentes da Comissão de Constituição e Justiça, Décio Lima (PT-SC),  da de Relações Exteriores e Defesa , Nelson Pellegrino (PT-BA), e da Seguridade Social,  Dr. Rosinha (PT-PR).

Fotos: Roberto Stuckert Filho/PR 

 Equipe PT na Câmara

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