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R$ 600 até o fim: Centrais sindicais e Oposição cobram votação da MP do auxílio emergencial

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Centrais Sindicais e partidos de Oposição realizaram ato, nesta terça-feira (27), na Câmara dos Deputados para cobrar a votação da medida provisória (MP 1039/21) a fim de garantir um valor maior do auxílio emergencial (de R$ 600) – e até o fim da pandemia. O líder do PT na Câmara, deputado Bohn Gass (RS) e os parlamentares petistas Alencar Santana (SP), Carlos Zarattini (SP) e Rogério Correia (MG) participaram do ato. Além da atividade, no Salão Verde, os representantes das centrais e os deputados da Minoria se reuniram com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Para o líder Bohn Gass, o auxílio emergencial aprovado pelo governo Bolsonaro em 2021, com apenas mais quatro parcelas de R$ 150, R$ 250 e R$ 375, “é pífio e mínimo” principalmente comparado ao do ano passando quando foram aprovados os valores de R$ 600 e R$ 1.200. Ele ainda assegurou que o PT e a Oposição continuarão lutando pelo aumento do auxílio até o fim da pandemia.

“Nós estamos extremamente preocupados com o crescimento absurdo da fome em nosso País. Estamos muito preocupados com o desemprego que chega aos lares de todo o povo brasileiro. Estamos vendo que a pandemia, hoje, é muito mais grave do que era no ano passado”, afirmou Sergio Nobre, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Ele destacou ainda que em 2020 as pessoas podiam contar com o auxílio emergencial de R$ 600, e com um sistema de proteção dos empregos, de auxílio às micro e pequenas empresas e, agora, no momento mais dramático da pandemia, “o povo não tem absolutamente nada”.

Sergio Nobre disse também que “o auxílio de R$ 150 não compra o mínimo, nem um botijão de gás. Estamos alertando que a falta do auxílio emergencial de R$ 600 pode provocar uma onda, uma crise social sem pretendentes em nosso País. Esse é o alerta que nós fazemos ao presidente da Câmara, Arthur Lira, além de exigir que ele coloque em votação o tema dos R$ 600”.

“Estamos aqui hoje, em reunião no Congresso Nacional, em uma jornada nacional de luta pelo auxílio emergencial de R$ 600 justamente para denunciar e trazer a voz do povo que está sofrendo hoje com a crise, com a fome, com o desemprego, para que a gente restabeleça a condição do Estado brasileiro de garantir o mínimo social para que as pessoas, que estão sofrendo com a pandemia não morram de fome em casa”, afirmou o coordenador nacional do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) e integrante da Frente Povo Sem Medo, Rude Rafael. Para ele, a pauta do auxílio emergencial é “urgente e necessária”.

Veja o ato na íntegra:

https://www.facebook.com/ptnacamara/videos/500943431317687

Lorena Vale

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