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Covid-19: Fora, Bolsonaro é condição única para salvar vidas do povo brasileiro

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O Brasil atingiu hoje, dia 8 de agosto, o triste infortúnio de 100 mil óbitos e mais de 3 milhões de contaminados pela Covid-19. A pergunta que povoa o imaginário da população brasileira e que ecoa nas manifestações populares pelo País afora é: quantas mortes ainda precisam acontecer para que as instituições tomem providências contra o descaso presidencial que pode levar o Brasil a ultrapassar a passos largos essa triste marca? Segundo especialistas, o negacionismo de Jair Bolsonaro deve elevar o número de mortes a 200 mil em 3 meses.

Pelas redes sociais, neste sábado (8), parlamentares da Bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara deram vazão à tristeza e indignação diante desse quadro catastrófico que ceifou milhares de vidas e deixou famílias sem os seus entes mais queridos.

“O impeachment de Bolsonaro se tornou algo muito maior além de justiça, virou condição fundamental para salvarmos vidas”, sentenciou o deputado Zeca Dirceu (PT-PR) em sua conta no Twitter.

Também pelo Twitter, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) escreveu: “Brasil chegará hoje oficialmente a 100 mil mortes provocadas pelo coronavírus. Graças a um presidente genocida e irresponsável somos um dos epicentros da doença no mundo. Sua postura negacionista e cínica foi decisiva para que o País não adotasse medidas que pudessem reduzir a tragédia”, denunciou.

O ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT-SP) postou em sua conta no twitter. “Bolsonaro pede pra gente tocar a vida com 100 mil mortos nas costas. Que tal falar isso para as 100 mil famílias que perderam familiares por incompetência do governo federal em segurar essa crise?”.

Para o líder da Minoria no Congresso Nacional, Carlos Zarattini (PT-SP), “Bolsonaro volta a desprezar o número de mortos por coronavírus! Brasil já soma 100 mil mortes. A incompetência de Bolsonaro e a sua constante negação da doença geraram esse caos!”, escreveu no Twitter o deputado.

O deputado Nilto Tatto (PT-SP) elencou o conjunto de maldades na postura do presidente Jair Bolsonaro na condução da pandemia do novo coronavírus. “Bolsonaro assassino, genocida: Negou a pandemia, ‘era uma gripezinha’; politizou e disputou com outras autoridades; receitou remédio inóquo; disse que seriam poucos mortos; que não era coveiro; debochou de doentes, mortos e familiares; omitiu dados. #Bolsonaro100mil”, escreveu o deputado.

O deputado Alencar Santana Braga (PT-SP) também se manifestou diante do cenário catastrófico protagonizado pelo presidente da República. “100 mil pessoas enlutaram suas famílias no Brasil por um vírus que foi tratado como ‘gripezinha’ por alguém que deveria ser o primeiro a liderar o combate a essa pandemia no País. O Tribunal Penal Internacional é o destino de Jair Bolsonaro e seus cúmplices”, sinalizou.

Na opinião de Henrique Fontana (PT-RS) as 100 mil mortes e 3 milhões de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus é uma tragédia, “fruto da irresponsabilidade e do descaso do governo Bolsonaro, que sempre desdenhou da gravidade da pandemia”. Fontana frisou que faz 85 dias que o Brasil está sem ministro da Saúde.

Nessa mesma linha, a deputada Professora Rosa Neide (PT-MT) acrescentou que o atual ministro da pasta da Saúde exerce a função interinamente. “O país com 100 mil mortes pela Covid-19 ainda está sem ministro da Saúde. No comando, temos como interino um general, o Eduardo Pazuello. O desempenho do Brasil diante da pandemia é considerado um ‘desastre’”, observou a parlamentar pela sua conta no Twitter.

Segundo Rosa Neide, Bolsonaro é o presidente que sempre menosprezou a doença e colocou o País no meio de uma das maiores crises de coronavírus do mundo.

Pelo Twitter, a deputada Maria do Rosário (PT-RS) e deputado Paulo Teixeira (PT-SP) lamentaram a tragédia que significa os 100 mil óbitos confirmados neste sábado. “Estamos de luto junto com 100 mil famílias que choram a perda de entes queridos. Com esperança vamos superar não só este momento, mas também superar este governo genocida que trouxe o Brasil até esta situação trágica”, afirmou Rosário.

“Hoje atingimos o triste número de 100 mil mortos pela Covid no Brasil. Uma tragédia. Quero me solidarizar com os familiares de todos que perderam algum parente. Caso tivéssemos um presidente que coordenasse o combate à pandemia, muitas vidas seriam salvas. Miliciano e genocida”, qualificou Paulo Teixeira.

Benildes Rodrigues

 

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