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Frei Anastácio parabeniza agricultores pelo seu dia e acusa governo de não dar atenção à agricultura familiar

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O deputado federal Frei Anastácio (PT-PB) parabeniza os agricultores e agricultoras pela passagem do seu dia, comemorado nesta segunda (25). “Meus parabéns a essa nossa gente tão sofrida. Porém, resistente e corajosa que trabalha de sol a sol para produzir mais de 70% dos alimentos que chegam à nossa mesa”, destacou o deputado.

Frei Anastácio relatou que esse é o primeiro ano que o Dia do Agricultor (a) passará sem comemoração de rua, em consequência da pandemia do coronavírus. “Mas, externo aqui meu reconhecimento, respeito, admiração e agradecimento a todos os agricultores e agricultoras do nosso estado pelo trabalho, pela produção, pela dedicação e pelo apoio que tenho recebido de vocês ao longo de minha caminhada. Muito obrigado”, agradeceu.

O deputado ressaltou ainda o trabalho dos movimentos sociais do campo, a exemplo da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Segundo ele, a CPT e o MST são exemplos de perseverança, de luta e organização. O parlamentar também enalteceu o trabalho dos sindicatos rurais e das federações, que também estão enfrentando momentos difíceis no atual governo. Mas, segundo ele, não desistem da luta em defesa do homem e da mulher do campo.

Falta de atenção do Governo

O congressista lamentou ainda a falta de atenção do governo federal para a agricultura familiar. “O Brasil tem um governo que só olha para o agronegócio. Para esse setor, perdoa dívidas previdenciárias e multas bilionárias, facilita o desmatamento e a grilagem de terra, e ainda abre linhas de créditos”, denunciou.

Mas, para o agricultor familiar, segundo Frei Anastácio, o governo só tem desprezo. “Uma das provas, foi a perseguição na Reforma da Previdência, a revisão de benefícios do INSS, a tentativa de fechar sindicatos, a dificuldade imposta para dar entrada em benefícios previdenciários, entre outras”, relatou.

A mais recente investida contra a agricultura familiar, segundo o deputado, foi o veto ao auxílio emergencial de R$ 600 reais para os agricultores e diversas outras categorias, como a de catadores de caranguejo, marisqueiros e catadores de material reciclável.

“Só na agricultura, segundo levantamento da Contag, Bolsonaro deixa mais de seis milhões de agricultores prejudicados ao vetar o auxílio emergencial. Isso é revoltante. O projeto foi aprovado na Câmara e no Senado. Mas, vamos tentar derrubar esse veto do presidente. O homem e a mulher do campo não podem ser tratados dessa forma”, lamentou.

 

Assessoria Parlamentar

 

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