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Causa do aumento da pobreza no Brasil tem nome e sobrenome: Jair Bolsonaro, afirmam petistas

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O líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), usou sua conta no twitter para ironizar a política do governo Jair Bolsonaro (PSL), que privilegia os ricos, e deixa o Brasil bater o recorde da desigualdade econômica, conforme divulgado pela pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nessa quarta-feira (16). Os estudos demonstram que o rendimento total dos 10% mais ricos é superior à soma dos 80% mais pobres. “E os liberais dizendo que o problema é a Previdência de quem ganha 1.600 reais por mês”, criticou o deputado petista.

Parlamentares da bancada também criticaram os resultados da atual situação econômica brasileira, relembrando que nos governos Lula e Dilma, o Brasil teve a redução da pobreza, enquanto no governo de Jair Bolsonaro os mais pobres só perdem direitos.

Segundo o deputado Henrique Fontana (PT-RS), a desvalorização do programa Bolsa Família criado pelo ex-presidente Lula está relacionado com o desequilíbrio econômico provocado pelo governo de Bolsonaro, que prejudica a população. “O povo não para de sofrer os impactos do desgoverno de Bolsonaro. Pesquisa do IBGE mostra que a diferença entre os ganhos obtidos pelo 1% mais rico e dos 50% mais pobres no ano passado é recorde. O aumento da desigualdade coincidiu com a queda no atendimento do Bolsa Família”, exemplificou Fontana.

Os deputados Alencar Santana (PT-SP) e Luizianne Lins (PT-CE) mencionaram em suas redes sociais a diferença que os governos de Lula e Dilma Rousseff fizeram para reduzir a pobreza no País. “Quando Lula governou, o Brasil saiu do mapa da fome, milhões de pessoas venceram a miséria e as desigualdades diminuíram. Agora, somos destaque pela volta da fome e aumento da concentração de renda”, disse Alencar.  Já Luizianne fez uma crítica ao atual governo. “Desigualdade de renda bate recorde! Pobre fica mais pobre e rico fica mais rico! Saudade da era Lula e Dilma”, enfatizou.

A pesquisa comprovou a desigualdade do governo Bolsonaro, criticada pelos deputados Nilto Tatto (PT-SP) e Benedita da Silva (PT-RJ). “Não é apenas ‘diferença’, mas um ‘abismo’ social, que os governos do PT no Brasil se dispuseram a combater. Agora com os dados do IBGE, fica claro para quem Bolsonaro governa. Só não vê quem não quer”, observou Nilto Tatto. Na mesma linha, Benedita argumentou: “Brasil 2019: Quem menos tem é quem mais precisa. O povo brasileiro foi expulso do orçamento e das políticas sociais do governo Bolsonaro”, escreveu a deputada.

Os deputados Padre João (PT-MG), Erika Kokay (PT-DF), Pedro Uczai (PT-SC), Paulo Teixeira (PT-SP), Bohn Gass (PT-RS), Rogério Correia (PT-MG) e José Guimarães (PT-CE) também se manifestaram no twitter. Todos são unânimes em afirmar que o aumento da pobreza no País tem nome e sobrenome: Jair Bolsonaro.

Pobreza diminuiu nos governos Lula e Dilma

Dados divulgados em 2014 pela a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura Familiar (FAO) revelaram que o Brasil saiu do “Mapa da Fome” nos governos Lula e Dilma. Nos anos de 2002 e 2012, o País reduziu em 82% a população em situação de subalimentação.

O Bolsa Família, instituído pelo governo Lula em outubro de 2003, unificou e ampliou iniciativas de transferência de renda no País. O programa possibilitou que 36 milhões de famílias saíssem da condição de miséria. A pesquisa do Instituto de Pesquisa Aplicada (IPEA) divulgada em 2019 mostrou que o programa Bolsa Família é a transferência pública que mais alcança a população pobre no Brasil, uma vez que cerca de 70% dos recursos do programa alcançaram os 20% mais pobres, reduzindo a pobreza em 15% e a extrema pobreza em 25%.

 

Tuanny Carvalho

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