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Petistas manifestam pelas redes sociais apoio à Greve Nacional da Educação

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Parlamentares da Bancada do PT na Câmara manifestaram pelas redes sociais apoio irrestrito à Greve Nacional da Educação e às mobilizações marcadas para ocorrerem durante toda esta quarta-feira (15) no País. Várias já acontecem em dezenas de cidades, muitas reunindo milhares de pessoas em cidades como Fortaleza, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba, Brasília e Belém.

Os protestos criticam a decisão do governo Bolsonaro de cortar R$ 7 bilhões de recursos para a educação pública, principalmente para universidades e institutos federais, e também à tentativa de retirar direitos dos trabalhadores da educação e de outros setores com a Reforma da Previdência.

Além de exaltar a participação de estudantes, professores, pais de alunos e servidores das redes públicas e particulares nas mobilizações, os parlamentares petistas também não poupam críticas aos ataques do governo à educação pública.

Leia abaixo algumas declarações postadas pelos deputados petistas no Twitter:

Em defesa da educação pública  

Paulo Pimenta (PT-RS), líder da bancada do PT – “Universidades públicas fortes são orgulho de qualquer país e uma alavanca de desenvolvimento técnico, econômico, social e civilizatório. Mas o Jair Bolsonaro odeia as universidades porque o fascismo não sobrevive ao conhecimento”.

Gleisi Hoffmann (PT-PR), presidenta nacional do PT – “Hoje é um dia de extrema importância. Vamos exercer a nossa cidadania e tomar as ruas pela liberdade e educação! A força de estudantes e professores é fundamental para resistência a esse governo destruidor”.

Helder Salomão (PT-ES), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) – “Hoje é dia de mobilização em Defesa da Educação Pública e em defesa dos direitos dos trabalhadores”.

Margarida Salomão (PT-MG), Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Federais – “Mobilização com adesão de vários setores mostra que não somente trabalhadores, professores e alunos, mas toda a sociedade é contra os cortes de recursos na educação”.

Não ao ataque a educação

Maria do Rosário (PT-RS) – “Que a voz da juventude, dos estudantes e dos brasileiros e brasileiras ecoe em cada canto deste Brasil. Diremos não aos ataques promovidos por este governo à educação e ao desenvolvimento do Brasil. Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós!”.

Enio Verri (PT-PR) – “Basta de ataque à autonomia universitária, basta de ataque à liberdade de expressão, basta de perseguições e de ataques ao pensamento crítico e científico”.

Carlos Zarattini (PT-SP), líder da Minoria no Congresso Nacional – “Além de cortar R$ 7,4 bilhões da educação, a proposta de reforma da Previdência de Bolsonaro vai obrigar professores trabalharem 40 anos para receberem integralmente sua aposentadoria. Por isso, povo vai ocupar as ruas contra esse desmonte”.

Paulo Teixeira (PT-SP) – “Pela ação dos educadores e também da nossa juventude, esta quarta-feira vai ser um belo dia!”.

Zé Carlos (PT-MA) – “Não podemos aceitar que as futuras gerações do nosso País sejam colocadas em risco, pois é isso que acontecerá se essas medidas do governo forem a frente. Vamos defender nossos estudantes, vamos defender nossos profissionais da educação nas ruas”.

Jorge Solla (PT-BA) – “Os cortes na educação são os 20 centavos da passagem de ônibus em 2013 e o aumento do preço do combustível na França. A insatisfação de diversos setores da sociedade se catalisa numa pauta única, que depois vai mudando e derrubando tudo”.

Educação tem que ser prioridade

Erika Kokay (PT-DF) – “Se você votou no Bolsonaro para ter: menos direitos, menos emprego, menos democracia, menos soberania, menos Educação, menos Saúde, mais armas e mais violência, Parabéns, tá funcionando! ”

Nilto Tatto (PT-SP) – “O Brasil precisa de Educação, não armas! Por isso, todo nosso apoio às manifestações dos professores e professoras, e estudantes, hoje, 15 de Maio no Brasil inteiro, contra os desmontes nas universidades, institutos e escolas”.

Alexandre Padilha (PT-SP) – “Hoje é dia de defender o futuro do nosso País. De dizer que queremos mais livros e menos armas”.

Padre João (PT-MG) – “PEC do Teto dos Gastos só vale para educação, saúde e assistência social. Para pagar juros da dívida não existe teto. Não aos cortes do orçamento da educação”.

Retrocesso nos Estados e mobilização contra os cortes

José Guimarães (PT-CE) – “Em Fortaleza estudantes ocupam as ruas na maior greve da Educação do País. Esse governo está brincando com fogo. Estamos juntos aqui na Câmara na obstrução das votações, e hoje convocamos o ministro da Educação para a Câmara”.

João Daniel (PT-SE) – “Em Aracaju estudantes acabaram de fazer um cordão humano para bloquear a entrada no campus do IFS. Que o cada canto do Brasil hoje se transforme em campos de resistência em defesa da Educação, é Lula Livre!”.

Joseildo Ramos (PT-BA) – “É pavoroso o que este governo tenta fazer com anos de investimento. Enquanto Lula/Dilma supriram a carência de mais de 60 anos na Bahia, que só tinha uma universidade federal (UFBA), e hoje tem IFBa, IF Baiano, UFSB, UFOB, UFRB, UNIVASF e UNILAB, o Governo Jair Bolsonaro trabalha contra a manutenção dessas estruturas”.

Pedro Uczai (PT-SC) – “Em Santa Catarina os cortes no orçamento das universidades e institutos federais podem chegar a R$ 100 milhões e atingem diretamente 50 mil estudantes. Não podemos aceitar que o Bolsonaro acabe com o direito de os jovens estudarem”.

Airton Faleiro (PT-PA) – “No Pará, já estamos em movimento! Um salve para os guerreiros de São Geraldo do Araguaia, Marabá, Capanema, Moju e Barcarena”.

Heber Carvalho

Foto: Lula Marques

 

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