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Governadores do PT e dirigentes de movimentos sociais reafirmam apoio à candidatura de Lula

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Governadores do Partido dos Trabalhadores e representantes de movimentos sociais afirmaram nesta sexta-feira (8) que o ex-presidente Lula é a solução para o País superar a grave crise econômica e resgatar a esperança do povo brasileiro, despedaçada pelo governo ilegítimo de Michel Temer desde o golpe de 2016. Durante o lançamento da pré-candidatura de Lula, em Contagem (MG), os governadores Rui Costa (BA), Wellington Dias (PI), Tião Viana (AC) e Fernando Pimentel (MG) também destacaram – diante de centenas de militantes do PT e de movimentos sociais – que a libertação, a candidatura e a eleição de Lula dependem diretamente da mobilização nas ruas.

“Dizem que o mercado está preocupado, mas o melhor calmante para o mercado se chama Luz Inácio Lula da Silva. O povo não aguenta mais esse sofrimento, desemprego, crise econômica e recessão. O Brasil precisa se reconciliar consigo mesmo e acabar com essa injustiça de manter preso o homem que mais fez pelo Brasil. Eles têm que compreender que, se querem voltar a crescer e gerar emprego, tem um nome que pode trazer a paz e o crescimento econômico. Em qualquer lugar do Nordeste se ouve: ele (Lula) precisa voltar”, destacou Rui Costa.

O governador Wellington Dias observou que o ex-presidente Lula está preso – mesmo sem prova – apenas porque representa a derrota dos adversários do PT. “Ganhamos em 2002, 2006, 2010 e em 2014. Eles sabem que, no voto, nós venceremos novamente em 2018. Sabemos que a disputa para libertar Lula não é jurídica, porque se fosse nós já teríamos vencido. Essa é uma disputa política, e por isso temos que vencê-la nas ruas”, alertou.

Sobre os avanços que ocorreram no País durante os governos petistas de Lula e Dilma, o governador do Acre, Tião Viana, lembrou que em nenhuma época a região Amazônica foi tão beneficiada. “Nós da Amazônia tivemos transferência de renda, com o Bolsa-Família e crédito do BNDES para a região. Temos cursos de medicina onde 70% dos alunos entraram por conta de programas fortalecidos ou criado pelos governos do PT, como o Fies e o Prouni. Em 2002, quase não tínhamos recursos para a agricultura familiar, e Lula e Dilma aumentaram e muito esses recursos. O que está em jogo é a esperança e a dignidade da pessoa humana contra a ganância das elites”, acusou.

O anfitrião do evento, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, mandou um recado a Lula. Ao lembrar que a cerimônia estava sendo gravada, ele pediu que todos os presentes ao ato repetissem em coro uma mensagem.

“Querido presidente Lula, nós estamos reunidos aqui hoje para lançar a sua candidatura à Presidência da República. Somos militantes da resistência democrática de todos os cantos de Minas e do Brasil. Aqui está o seu time e nós queremos assumir um compromisso: Nós vamos levar a sua campanha e elegê-lo presidente de novo. E marcamos um encontro com o senhor no dia 1º de janeiro do ano que vem lá em Brasília, na sua posse”, avisou.

Movimentos Sociais – Em nome dos movimentos sociais, o representante do MST, João Paulo Rodrigues, e da CUT, Vagner Freitas, reafirmaram o compromisso de apoiar a candidatura de Lula. “Os movimentos populares têm candidato a presidente da República, que é Luiz Inácio Lula da Silva. Acreditamos que o próximo período será de reforma, como a reforma agrária para quem não tem terra e a reforma urbana para quem não tem teto.  Lula, o povo está contigo. Vamos tirar você da cadeia e levá-lo para a Presidência da República”, avisou.

Na mesma linha, Vagner Freitas afirmou que para a CUT Lula é o único candidato a presidente que pode tirar o País da crise. “Só você presidente Lula, que já foi testado e fez muito pelo povo, pode fazer de novo. Não deixar Lula ser candidato é rasgar a Constituição, porque ele não cometeu crime. Ele tem esse direito (de ser candidato). Lula inocente, Lula livre, Lula presidente”, bradou.

Também discursaram pelos movimentos sociais representantes da Central de Movimentos Populares (CMP) e da Confederação dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

Héber Carvalho

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