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Petistas reivindicam policiamento ostensivo e permanente em acampamento

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Em reunião com representantes da Secretaria de Segurança Pública do Paraná no fim da manhã deste sábado (28), o presidente do Diretório Estadual do PT, Doutor Rosinha, disse que a partir do atentado a tiros contra o acampamento da Vigília #LulaLivre, foram apresentadas três reivindicações em caráter emergencial às autoridades policiais: garantia de policiamento ostensivo e permanente junto ao acampamento; agilidade nas investigações do atentado e segurança ao ato programado para 1º de Maio, em Curitiba (PR). Também participaram da reunião os deputados Enio Lula Verri (PT-PR) e Nilto Lula Tatto (PT-SP).

“É premente para nós – e, segundo eles, isso também é importante para a Secretaria de Segurança – identificar quem fez essa tentativa de homicídio. Vale lembrar que o olhar do Brasil e do mundo está voltado para Curitiba, pois aqui está um ex-presidente”, ressaltou Doutor Rosinha. “O que queremos é investigação e conclusão do caso o mais rapidamente possível”, completou o petista, que foi um dos primeiros a chegar ao acampamento logo após o crime.

Rosinha descartou a possibilidade de desmobilizar o acampamento em função de mais esse atentado contra as pessoas que estão em vigília pela liberdade de Lula, em Curitiba. Outros dois atos de violência já vitimaram a militância: um deles protagonizado pela própria Polícia Federal, durante a chegada do ex-presidente à Superintendência da PF, na noite do dia 7; e outro promovido por membros da torcida organizada do Coritiba, dez dias depois. “Vamos ficar no acampamento, a única possibilidade de acabar com a mobilização é #LulaLivre”, ressaltou.

O dirigente detalhou ainda que a polícia recolheu cápsulas das balas encontradas no local e vai avaliar a possibilidade de identificar de onde saíram os disparos. Falou também que a polícia planeja começar ouvir depoimentos ainda hoje. “Além disso, existem algumas câmeras na área, e eles vão requisitar as imagens. Há relatos de que o mesmo carro passou repetitivamente durante dois, três dias seguidos. Se conseguir as imagens, é possível identificar o dono, saber se o carro foi roubado”, explicou Doutor Rosinha.

Sobre as reivindicações feitas à Segurança Pública do Paraná, o deputado Enio Lula Verri lembrou que historicamente as experiências em grandes manifestações no estado revelaram sempre existir uma parceria dos movimentos sociais com os órgãos de polícia no sentido de prover a integridade dos manifestantes. “Nunca tivemos problemas em grandes mobilizações. O grande problema agora é que está muito acentuado o nível de reação daqueles que defendem a prisão do presidente Lula, chegando ao extremo da violência”, relatou.

“Por isso mesmo, exigimos – e a polícia concordou – a manutenção de uma vigilância mais permanente no acampamento. Não dá para afirmar se foi um fato isolado ou não, porque estão ocorrendo ‘frequentes casos isolados’. E aí a gente já fica muito preocupado”, pontuou. “Essa foi a importância da reunião e da cobrança que fizemos, para garantir segurança nos grandes eventos, mas em especial no acampamento, que é o local mais frágil que nós temos”, resumiu o deputado.

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