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Principais mentiras do governo sobre a reforma da Previdência

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Governo afirma que: trabalhadores que ganham menos não serão atingidos.

Mentira. Todos terão benefícios menores. Hoje, o valor da aposentadoria resulta da média das maiores contribuições (80%). O cálculo passará a incluir também os menores salários, o que significa valores em torno de 10% a menos no valor final.

Governo diz que: não mudou tempo mínimo de contribuição.

Não mudou, mas quem pedir aposentadoria proporcional com tempo mínimo de 15 anos vai receber menos – hoje tem direito a 85% das contribuições. Vai passar a receber 60%, 25% menos que atualmente.

Governo diz que: trabalhadores rurais não serão atingidos.

Mentira. O tempo de contribuição para aposentadoria integral do rural avulso e individual sobe de 35 para 40 homens. De 30 para 40 mulheres.

Governo diz que: pobres não serão afetados porque já se aposentam com o salário mínimo aos 65 anos.

Mentira: as idades de 65 anos, homem, e 62, mulher, são só iniciais. Elas irão subir com o aumento da expectativa de vida da população.

Governo diz que: reforma combate privilégio de servidores.

Mentira: o real interesse do governo é favorecer bancos com a venda de planos privados de previdência.

Governo diz que: privilégio de servidores é responsável pelo déficit da Previdência.

Mentira: o governo, além de não contribuir com sua parte para o sistema, como exige a Constituição, ainda deixa de cobrar os débitos de grandes empresas com a Previdência. As dívidas chegam a R$ 500 bilhões. Somente a JBS deve R$ 1,8 bilhão. O alegado déficit foi de R$ 149 bilhões em 2016.

Governo diz que: trabalhadores em geral não serão atingidos.

O tempo de contribuição vai subir absurdamente para aposentadoria integral. Para o homem sobe de 35 para 40. De 30 para 40 mulheres. De 30 para 40 professores e de 25 para 40 professoras. Principalmente os mais pobres, nunca terão direito ao benefício, pois 40% da população contribui, em média, 5 meses por ano. Teriam de trabalhar por 96 anos para ter aposentadoria integral.

Governo diz que: se a reforma não for aprovada, o Estado quebra.

Mentira: o governo concedeu benesses que ultrapassam um R$ 1 trilhão às empresas de petróleo e grandes produtores rurais.

Governo diz que: reforma acaba com privilégios ao igualar regras de servidores e trabalhadores privados

Mentira: A unificação já ocorreu em 2012, desde então a previdência dos servidores e trabalhadores da inciativa privada tem as mesmas regras.

Assessoria Liderança do PT

 

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