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Recorde golpista: vendas de Natal diminuem, shoppings fecham lojas e índice de confiança de serviços cai

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Papai Noel não foi nada generoso com o conspirador Michel Temer e sua trupe ao evidenciar já neste fim de ano toda a falácia de quem assaltou o poder sob o argumento de que iria melhorar a economia. Com contas no vermelho e projeção de mais desemprego, o Brasil segue os rumos da nau golpista em direção a um anunciado naufrágio. Entre tantas notícias negativas, a mídia estampou nesta terça-feira (27) em suas manchetes mais recordes negativos: vendas na semana de Natal caíram 4% em 2016; shoppings fecham 18 mil lojas no País em um ano; e Índice de Confiança de Serviços fecha dezembro com terceira queda consecutiva.

Segundo os jornais, as previsões negativas dos varejistas de que o Natal de 2016 seria o segundo pior em mais de dez anos começam a se confirmar. Na semana do Natal, as vendas recuaram 4% em relação a igual período de 2015, segundo a Serasa Experian, empresa especializada em informações financeiras. Com relação aos shoppings, a recessão e a queda nas vendas fizeram com que, entre abertura e fechamento de pontos de venda, eles terminassem 2016 com 18,1 mil lojas menos que o total de 2015.

Nesse número estão considerados os 19 shoppings inaugurados este ano. “Sempre o saldo de lojas ao final de cada ano superava o do ano anterior”, diz o presidente da Associação dos Lojistas de Shoppings (Alshop), Nabil Sahyoun. Neste ano, porém, houve a primeira queda no saldo desde 2004. Os 761 shoppings do País encerram 2016 com 121.638 lojas ativas, ante 139.738 no final de 2015.

Segundo a Alshop, o movimento de fechamento foi mais intenso em empreendimentos mais novos, que não têm receita consolidada. Já nos shoppings mais antigos, as lojas que fecharam as portas foram substituídas por outras, porém, com condições de locação mais vantajosas para o lojista. Com o encolhimento, o setor deve fechar o ano com vendas de R$ 140,5 bilhões, retração de 3,2% em relação ao ano passado.

Por último, o Índice de Confiança dos Serviços (ICS) fechou o ano com a terceira queda consecutiva, ao recuar 1,8 ponto em dezembro em comparação com o mês anterior. Em novembro, a queda foi de 1,4 ponto. Desde setembro deste ano, as perdas foram de 4,9 pontos.

Os dados foram divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e apontam que o indicador fechou dezembro em 75,7 pontos, o menor nível desde junho passado. Segundo o economista da FGV Silvio Sales, o índice segue em tendência de queda e o fraco desempenho deve prosseguir no início do próximo ano. “As empresas do setor de serviços seguem no movimento de revisão, para baixo, das expectativas sobre a evolução dos negócios no curto prazo”, disse.

PT na Câmara com agências

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