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Desemprego recua e fecha 2015 abaixo de 7% e com trabalhadores mais qualificados

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O cenário apocalíptico previsto – e desejado – para 2015 pela oposição de direita e seus porta-vozes na grande mídia não se confirmou no Brasil. Apesar da piora em vários indicadores, o ano terminou com sinais de recuperação em alguns elementos importantes da conjuntura econômica, como o nível de emprego. Enquanto a turma do “quanto pior, melhor” bradava que o desemprego logo chegaria a dois dígitos, o dado real apontou 6,9% de desemprego em dezembro – ante 7,8% em outubro – e uma média de 6,8% no ano.

Os números consolidados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (28) e, na análise de longo prazo, há outros dados positivos.

De 2003 para 2015, por exemplo, cresceu a proporção de pessoas ocupadas com 11 anos ou mais de estudo, passando de 46,7% para 66,5%. O aumento de 19,8 pontos percentuais ficou acima do aumento verificado na população total de 10 anos ou mais, que foi de 16,7%. Aumentou também a proporção de trabalhadores com o ensino superior completo: em 2003 eles representavam 13,8%, em 2015 esta estimativa ultrapassou um quinto dos ocupados (22,0%).

Para o deputado Assis Carvalho (PT-PI), os dados fortalecem a expectativa otimista para 2016. “Esperamos que este ano possamos ter uma situação melhor. Os dados do IBGE nos animam e mostram que a economia pode se recuperar”, avalia o parlamentar.

“O governo teve uma positiva liberar crédito para impulsionar o crescimento, o emprego e o desenvolvimento e temos convicção de que venceremos a crise trabalhando muito. É isto que o governo e os otimistas desse País continuarão fazendo, pois sabem que desta forma contribuirão para superarmos esta crise”, complementou Assis.

A respeito do avanço da qualificação no trabalho, o deputado piauiense lembra que isso é fruto dos investimentos dos governos petistas. “De 2003 para cá temos um governo que acredita no potencial do Brasil, que aposta num País moderno, com investimento forte em educação, em ciência e tecnologia, em pesquisa e desenvolvimento e na formação dos trabalhadores. Tivemos uma grande expansão das universidades e dos institutos federais e o investimento na criatividade e na formação da população resulta em trabalhadores mais qualificados”, diz o petista.

Rogério Tomaz Jr.

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