Home Portal Notícias Erika destaca avanços na educação, trabalho e renda nos últimos 12 anos

Erika destaca avanços na educação, trabalho e renda nos últimos 12 anos

7 min read
0

erika-17-03-14 

A deputada Erika Kokay (PT-DF) ocupou a tribuna da Câmara nesta segunda-feira (22) para destacar os avanços obtidos pelo País na expansão e democratização do acesso a educação, e na geração de mais empregos e renda. Segundo ela, a síntese dos indicadores sociais de 2014 (divulgada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE), se comparada aos dados do início da era PT no governo federal, apontam para avanços concretos nesses setores.

De acordo com a parlamentar, em 2004 os 20% mais ricos do País representavam 55% dos universitários da rede pública e 68,9% da rede particular. Já em 2013, essa proporção caiu para 38,8% e 43%, respectivamente. “Então, nós temos aqui uma eliminação da desigualdade social nos bancos das nossas universidades”, destacou Erika Kokay.

Ao também analisar a democratização do acesso ao ensino superior pelo fator renda, a petista lembrou que entre 2004 e 2013 os 20% mais pobres, que eram apenas 1,7% dos universitários na rede pública, saltaram para 7,2%. Na rede privada, Kokay lembrou que a presença dos mais pobres nas universidades “mais do que dobrou”, saltando de 1,3 para 3,7, contribuindo para o crescimento da proporção de estudantes (18 a 24 anos) na universidade que passou de 32,9% em 2004 para 55% em 2013.  

“O percentual das pessoas que estão na faixa etária entre 25 e 34 anos, com ensino superior, também dobrou, passando de 8,1% para 15,2% das pessoas, dos jovens com ensino superior”, informou a parlamentar.

A deputada destacou ainda avanços no ensino médio e fundamental no País. Segundo ela, houve uma redução da distorção idade/série dos jovens de 15 a 17 anos. Em 2004, por exemplo, apenas 44,2% dos alunos dessa faixa etária estavam no ensino médio. Em 2013, esse percentual subiu para 55,2%, diminuindo a defasagem idade/série. Já o percentual dos jovens dessa faixa etária que ainda estão no ensino fundamental caiu de 34,7% para 26,7%.

“Ou seja, diminuímos o número de jovens que estão com uma defasagem no ensino fundamental. E o número de jovens que não estudam, isso é absolutamente importante, diminuiu de 18,1% para 15,7%”, esclareceu Kokay. Entre os fatores para reduzir a desigualdades no acesso, a parlamentar destacou ainda a expansão da rede de universidades públicas, além de programas como o ProUni e o ReUni.

Trabalho e Renda – A deputada Erika Kokay também destacou os avanços obtidos pelo País nos últimos 12 anos na geração de emprego e renda. Segundo ela, em 2004 o número de trabalhadores formais era de 37,4 milhões. Nove anos depois (2013), aumentou em 47,8%. Já a população ocupada em trabalhos informais teve uma redução de 10,1%, passando de 44,5 milhões para 40 milhões.

“Estamos com quase 60% de formalização no trabalho, tirando os trabalhadores da marginalização dos direitos assegurados com muita luta, com muita dor e com muita esperança, do povo brasileiro”, comemorou Kokay.

Ainda de acordo com a petista, assim como ocorreu com a educação a geração de emprego e renda continua evoluindo no governo Dilma. “Nós tivemos a maior taxa de formalização no trabalho desde 2004. Em 2013, o mercado de trabalho teve 58% de formalização”, informou.

Mulheres – Apesar das conquistas nesses setores, Erika Kokay ainda vê com preocupação a situação de vulnerabilidade ainda existente em alguns setores em relação às mulheres no País. Segundo ela, entre as mulheres ocupadas de 16 anos ou mais 88% realizam afazeres domésticos, enquanto que entre homens esse percentual é de 46%.

“As mulheres adentram o mercado de trabalho, mas o espaço doméstico não é dividido; o espaço doméstico ainda é prioritariamente ocupado pelas mulheres, provocando a dupla jornada, a tripla jornada”, observou.

Apesar da constatação, Kokay lembrou que os governos de Lula e Dilma têm adotado políticas públicas para proteger as mulheres. Como exemplo a parlamentar citou a criação da Secretaria de Política para as Mulheres, a aprovação da Lei Maria da Penha (2006), e a implementação do Disque 180 que colhe denúncias de violência contra as mulheres.

Héber Carvalho

Carregar mais notícias
Comments are closed.

Vejam também

Zé Neto apresenta projeto que garante computador para estudantes pobres de escolas públicas durante a pandemia

O deputado Zé Neto (PT-BA) apresentou um projeto de lei na Câmara (PL 3.699/20), com a coa…