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Geração de emprego cresce 29,7% em 2013; líder do PT destaca compromisso do governo Dilma

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carteiradetrabalho
 
Dados divulgados nesta segunda-feira (18) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que em 2013 houve um crescimento de 29,7% dos empregos formais em relação a 2012. Os dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) indicam que em 2013 foram gerados 1,49 milhão de novos postos de trabalho, ante 1,15 milhão de vagas no ano anterior. Outro dado positivo foi o do crescimento na renda média do trabalhador. Em média, no ano passado houve aumento real (acima da inflação) de 3,18% para os trabalhadores. 
 
Para o líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (SP), esses indicadores demonstram o compromisso do governo Dilma com a classe trabalhadora. “A política de desenvolvimento adotado para o País desde o governo Lula, e agora com a presidenta Dilma Rousseff, sempre foi baseada no crescimento do número de empregos e no aumento dos ganhos dos trabalhadores”, destacou o parlamentar. 
 
Segundo o líder do PT, foi essa politica que permitiu ao País resistir à crise econômica internacional (iniciada nos Estados Unidos) que derrubou o crescimento das grandes nações do mundo. “Apesar de tudo, o País continua gerando emprego, preservando a renda e melhorando a vida dos trabalhadores brasileiros”, afirmou Vicentinho. 
 
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) mostram que 2013 foi o ano com menor taxa de desemprego da história recente do País, com 5,4%. O montante de vínculos empregatícios no último dia de 2013 no Brasil atingiu 48,948 milhões, ante 47,459 milhões do ano anterior.
 
Setores – Os setores da economia que mais contribuíram para o crescimento na geração de empregos no ano passado foram o de serviços (transporte, educação e saúde), com abertura de 558,6 mil empregos, seguido pela administração pública (com 403 mil vagas), pelo comércio (284,9 mil empregos), pela indústria de transformação (144,4 postos) e pela construção civil (60 mil vagas).  
 
Rendimento médio – De acordo com o Ministério do Trabalho, tendo por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) o rendimento médio dos trabalhadores formais, registrou aumento real (acima da inflação) de 3,18% no ano passado. A renda média atingiu no ano passado R$ 2.265,71, contra R$ 2.195,78 em 2012. 
 
A Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), gerenciada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, é uma das principais fontes de informações sobre o mercado de trabalho formal brasileiro. O levantamento é utilizado pelo governo na elaboração de políticas públicas de combate às desigualdades de emprego e renda, e também para a tomada de decisões dos mais diversos segmentos da sociedade (empresas, acadêmicos, sindicatos, etc.).
 
Héber Carvalho com agências
 
 
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