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Anselmo de Jesus pede providências para desabrigados no Acre e em Rondônia

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Foto: Gustavo Bezerra
 
O deputado Anselmo de Jesus (PT-RO) apresentou, na última terça-feira (25), uma indicação ao Poder Executivoo propondo aos ministérios da Casa Civil, Desenvolvimento Social, Saúde, Agricultura, e Defesa, a adoção de medidas no sentido de buscar amparar os mais de 10 mil desabrigados pela Cheia do Rio Madeira nos Estados do Acre e Rondônia. 
 
Dados da Defesa Civil dos estados e do Sipam, apontam que são mais de 10 mil desabrigados, sendo 8 mil no Estado de Rondônia. Segundo um boletim de monitoramento da Agência Nacional de Águas (ANA) o Rio Madeira atingiu o nível de 18,43m, transformando esta cheia na maior da história já registrada. 
 
Diante dessas informações o deputado Anselmo de Jesus, pede a adoção de medidas incisivas para mitigar os efeitos devastadores ocasionados pela Cheia do Rio Madeira nos Estados do Acre e Rondônia.
 
 “Meu pedido é para que sejam liberadas imediatamente todas as emendas pendentes das áreas atingidas; os recursos de programas sociais pendentes nas áreas atingidas e uma cota extra para os beneficiários do Bolsa Família nas áreas atingidas. O acesso aos dois Estados está completamente isolado por via terrestre,  e com isso os produtos de primeira necessidade não conseguem chegar à população, justificou.”
 
O deputado ressalta que a população mais carente deve ter uma atenção especial. “Solicito à Conab cestas básicas para alimentar os desabrigados, a liberação de cotas extras de medicamentos do Ministério da Saúde e doações de roupas e utensílios em especial colchões e cobertores”. 
 
Em Rondônia há municípios completamente isolados como é o caso de Guajará Mirim e Nova Mamoré por conta da interdição da BR-425. O fato mais grave envolve o abastecimento de combustíveis, alimentos e medicamentos. Conforme estimativas divulgadas pelos órgãos competentes, o prejuízo gira em torno de R$ 360 milhões nas diversas áreas atingida pela cheia. A Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric), estima que os produtores perderam 95% de sua produção. A situação mais crítica, segundo a secretaria, se concentra no Médio e Baixo Madeira onde quase toda produção agrícola está debaixo d’água. 
 
Fonte: Késia Paos, estagiária de jornalismo, PT na Câmara        
 

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