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Caminho de conquistas históricas não tem volta, garante presidenta Dilma

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O modo petista de governar com crescimento econômico, geração de emprego, distribuição de renda e redução da desigualdade social no Brasil não vai mudar. A garantia é da presidenta Dilma Rousseff em pronunciamento à nação brasileira no último 1º de maio. Dilma destacou que esse caminho que amplia as conquistas históricas dos trabalhadores não tem volta. “Este governo vai continuar sua luta firme pela ampliação do emprego, pela redução de impostos e pela diminuição dos custos para o produtor e consumidor, mesmo que tenha que enfrentar interesses poderosos”, enfatizou.
 
A presidenta Dilma também destacou alguns pleitos antigos e bandeiras históricas do PT e da CUT, como a isenção do Imposto de Renda na participação dos lucros paga a empregados pelas empresas e a recente aprovação da Emenda Constitucional que estende os direitos previstos na CLT aos trabalhadores domésticos. “O País dialoga com o trabalhador e os sindicatos e respeita os direitos trabalhistas”, afirmou. 
 
Nessa equação do modelo adotado a partir de 2003 pelo ex-presidente Lula, o Brasil gerou nos últimos dez anos 19,3 milhões de empregos com carteira assinada – só nos dois anos de mandato de Dilma, foram criados 3,9 milhões de novos postos de trabalho – e o salário mínimo teve ganho real de mais de 70% nesse período. Dilma lembrou, ainda, uma recente manifestação oficial do Fundo Monetário Internacional (FMI), reconhecendo que o Brasil foi o país que mais reduziu o desemprego entre 2008 e 2012.  
 
“Tivemos o menor índice de desemprego da história e, segundo o Dieese, o melhor ano de reajustes, com 95% das categorias conquistando aumento real de salário. Não houve apenas aumento, mas também melhoria na qualidade do emprego: cresceram os níveis de escolaridade, ampliou-se a formalização e, ao mesmo tempo, diminuiu a taxa de desemprego entre jovens e adultos”, salientou. 
 
Avanços – Nessa mesma linha de destacar conquistas trabalhistas da última década, deputados petistas pontuaram motivos relevantes de comemoração pela passagem do 1º de Maio. O líder do PT na Câmara, deputado José Guimarães (CE), citou dois avanços “históricos” obtidos nos últimos anos. “O primeiro deles foi a adoção de uma política permanente de reajuste do salário mínimo. O outro, o reconhecimento pelo Congresso Nacional  das centrais sindicais como entidades de representação geral dos trabalhadores”. Além disso, acrescentou o líder petista, “a classe trabalhadora pode comemorar o fim da inflação, conquista dos governos do PT que beneficia todos os trabalhadores e trabalhadoras do País”.
 
José Guimarães disse ainda que há lutas a serem vencidas. Entre elas, a redução da jornada de trabalho sem diminuição de salário e o fim da precarização das relações de trabalho. “Os trabalhadores terão todo o nosso apoio para mais essas conquistas no Congresso Nacional”, frisou Guimarães. 
 
O deputado Vicentinho (PT-SP), sindicalista histórico, reforçou que o fortalecimento de um projeto de governo comprometido com a melhoria da condição de vida do povo pobre do País é o grande avanço para milhões de trabalhadores. “Um governo que está acabando com a fome; que ajudou mais de 40 milhões de pessoas a sair da miséria; que colocou mais de 1,3 milhão de jovens pobres, negros e indígenas na universidade e que reduziu a energia elétrica é um governo que ajudou positivamente o povo trabalhador”, disse o petista.
 
Para a deputada Benedita da Silva (PT-RJ), os trabalhadores e trabalhadoras puderam comemorar recentemente a aprovação, pelo Congresso, e a sanção, pela presidenta Dilma, da proposta que iguala os direitos dos trabalhadores domésticos aos dos demais trabalhadores. “São sete milhões de pessoas beneficiadas, e isso é uma grande vitória”. A parlamentar petista lembrou ainda que nos 10 anos de governo do PT a mulher trabalhadora contabiliza outras conquistas importantes, como ampliação da licença maternidade; construção de creches; e titularidade em programas sociais, para se firmar de vez no mercado de trabalho. 
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