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Saldo comercial de junho é o maior desde dezembro de 2006

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O superávit comercial (saldo positivo de exportações e importações) chegou a US$ 4,625 bilhões em junho deste ano, o maior valor desde dezembro de 2006 (US$ 5,052 bilhões), segundo dados divulgados nesta quarta-feira (1º), pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

Na comparação com junho de 2008 (US$ 2,728 bilhões), houve um crescimento de 69,5% no superávit comercial registrado no mês passado. No período, as exportações somaram US$ 14,468 bilhões, e as importações, US$ 9,843 bilhões. Em junho de 2008, as exportações (US$ 18,593 bilhões) e as importações (US$ 15,865 bilhões) foram maiores do que no mês passado.

De janeiro a junho deste ano, o superávit comercial foi de US$ 13,987 bilhões, valor 23,8% maior que o registrado no mesmo período do ano passado (US$ 11,301 bilhões). No primeiro semestre, as exportações totalizaram US$ 69,952 bilhões, e as importações, US$ 55,965 bilhões. No mesmo período de 2008, as exportações fecharam em US$ 90,645 bilhões, e as importações atingiram US$ 79,295 bilhões.

Na avaliação do deputado Pedro Eugênio (PT-PE), o resultado do superávit comercial merece duas comemorações. A primeira é que os números confirmam que, apesar da crise econômica internacional o Brasil conseguiu manter o salto comercial positivo. “Mesmo com a retração da produção mundial exportamos mais do que importamos, o que significa que continuamos aumentado as nossas reservas e isso é muito relevante”, afirmou. O segundo ponto a ser comemorado, acrescentou Pedro Eugênio, é que as exportações vem crescendo mês a mês. “O que significa que o país adotou as medidas corretas e mantém uma situação diferenciada no enfrentamento da crise”, afirmou.

Para o deputado Pepe Vargas (PT-RS) os números da balança comercial revelam que, apesar da queda do fluxo do comércio internacional, o Brasil continua com saldo positivo “porque o governo Lula adotou na hora certa as medidas necessárias para minimizar os efeitos da crise no Brasil. “O governo aumentou o crédito para a exportação e desonerou o produto interno. Essa soma permitiu manter o mercado interno aquecido, com geração de emprego, e ainda manter as exportações em patamares maiores do que a necessidade de importação”, argumentou.

Vânia Rodrigues, com Portal do PT

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