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Leo de Brito cobra explicações sobre fechamento das Farmácias Populares

leodebrito gustavo

Foi aprovado na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) da Câmara, requerimento que cobra do Ministério da Saúde explicação sobre o fechamento das 393 unidades do Programa Farmácia Popular, anunciado na última semana.

O documento, de autoria do deputado Leo de Brito (PT-AC), solicita que o órgão esclareça pontos importantes da decisão como, por exemplo, se vai haver diminuição no tipo de medicamento ofertado.

"Precisamos saber com clareza quais os estados e municípios que serão afetados, se a medida atinge o tipo e número de medicamentos ofertados, se o acesso também sofrerá alterações. Todas essas informações são muito importantes, diante de uma situação extremamente preocupante", explicou Leo de Brito.

O programa foi criado em 2004, na gestão do ex-presidente Lula e, dois anos depois, além de contar com as unidades próprias, foi vinculado ao programa "Aqui tem farmácia", em que os pacientes também poderiam encontrar certos medicamentos, com desconto de até 90%, em farmácias privadas.

Para Leo de Brito, mesmo que as farmácias credenciadas continuem operando, a decisão pode prejudicar diversos tipos de pacientes. "Atualmente mais de 100 tipos de medicamentos são distribuídos nas unidades próprias do programa, as farmácias privadas credenciadas distribuem somente 32 tipos, então como é que nós vamos ter uma redução desse tamanho e os pacientes não vão ser prejudicados?", indagou o parlamentar.

(AP)

Foto: Gustavo Bezerra
Mais fotos: www.flickr.com/photos/ptnacamara

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Base governista blinda Padilha de convocação na CFFC

jorgeSolla GB

Mais uma vez, a base governista atuou para evitar a convocação de ministro do governo Temer acusado de graves irregularidades de vir à Câmara prestar esclarecimentos. Por 12 a 3, foi rejeitado o requerimento do deputado Jorge Solla (PT-BA) que convocava Eliseu Padilha, da Casa Civil, para explicar na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC), as denúncias de que teria recebido R$ 8 milhões em propinas, conforme delação de dirigentes da Odebrecht na Operação Lava-Jato.

“O executivo Claudio Melo Filho disse que o dinheiro pago de forma ilegal foi requisitado durante reunião administrativa que tratava das concessões de aeroportos, e que este dinheiro estava atrelado a favores, como o adiamento do pagamento de multas e o bloqueio à concorrentes da Odebrecht. É o crime de corrupção clássico”, argumentou o petista.

“Para manter-se no cargo de ministro, Padilha precisa esclarecer ao país estas delações, ele não pode continuar no cargo calado, como se nada tivesse acontecendo. A Constituição criou o mecanismo de ele vir ao Congresso justamente para se explicar”, completou Solla.

O deputado também citou como fato a ser esclarecido os R$ 4 milhões pagos em dinheiro vivo a Padilha, conforme delatou Marcelo Odebrecht, após reunião com o então vice-presidente Michel Temer.

Assessoria Parlamentar

Foto: Gustavo Bezerra
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Ministro da Justiça é convidado a depor sobre Carne Fraca

serraglio carnefraca

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara aprovou, nesta quarta-feira (5), requerimento da deputada Erika Kokay (PT-DF) convidando o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, para prestar esclarecimentos sobre a suposta participação dele em irregularidades na Superintendência do Ministério da Agricultura e Pecuária no estado do Paraná, na fiscalização de produtos de origem animal.

O caso foi revelado pela operação Carne Fraca, da Polícia Federal, que investigou casos de adulteração ou alteração de substância ou produtos alimentícios, peculato, concussão, corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa, falsificação, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Em conversa telefônica interceptada pela PF em 2016, com autorização judicial, o então deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) chama o fiscal agropecuário Daniel Gonçalves Filho- à época superintendente do Ministério da Agricultura no Paraná (2007-2016) - de “o grande chefe”. O fiscal foi preso na operação Carne Fraca, e apontado como um dos líderes do esquema de corrupção.

Na mesma investigação, em outra conversa interceptada pela PF, outra fiscal acusada de participar do esquema, Maria do Rocio Nascimento, também presa durante a Carne Fraca, citou o nome “Serraglio”- possível referência ao atual ministro da Justiça- como o “velhinho que está conosco”.

Pressão- Além de esclarecer o vínculo entre o atual ministro da Justiça e fiscais agropecuários presos na operação Carne Fraca, outra questão também pode ser esclarecida. No último dia 21 de março, a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) revelou durante discurso na tribuna do Senado que, no período em que comandou o ministério da Agricultura (2015-2016), foi pressionada por dois deputados do PMDB para não demitir o fiscal Daniel Gonçalves Filho, então superintendente regional do ministério no Paraná. Segundo ela, um dos parlamentares teria sido Osmar Serraglio.

Héber Carvalho

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