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Leo de Brito cobra explicações sobre fechamento das Farmácias Populares

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Foi aprovado na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) da Câmara, requerimento que cobra do Ministério da Saúde explicação sobre o fechamento das 393 unidades do Programa Farmácia Popular, anunciado na última semana.

O documento, de autoria do deputado Leo de Brito (PT-AC), solicita que o órgão esclareça pontos importantes da decisão como, por exemplo, se vai haver diminuição no tipo de medicamento ofertado.

"Precisamos saber com clareza quais os estados e municípios que serão afetados, se a medida atinge o tipo e número de medicamentos ofertados, se o acesso também sofrerá alterações. Todas essas informações são muito importantes, diante de uma situação extremamente preocupante", explicou Leo de Brito.

O programa foi criado em 2004, na gestão do ex-presidente Lula e, dois anos depois, além de contar com as unidades próprias, foi vinculado ao programa "Aqui tem farmácia", em que os pacientes também poderiam encontrar certos medicamentos, com desconto de até 90%, em farmácias privadas.

Para Leo de Brito, mesmo que as farmácias credenciadas continuem operando, a decisão pode prejudicar diversos tipos de pacientes. "Atualmente mais de 100 tipos de medicamentos são distribuídos nas unidades próprias do programa, as farmácias privadas credenciadas distribuem somente 32 tipos, então como é que nós vamos ter uma redução desse tamanho e os pacientes não vão ser prejudicados?", indagou o parlamentar.

(AP)

Foto: Gustavo Bezerra
Mais fotos: www.flickr.com/photos/ptnacamara

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Reforma da Previdência: “Temer está derrotado”

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“O governo federal está derrotado e por isso está recuando”. Com essa afirmação, o deputado Leo de Brito (PT-AC) fez um pronunciamento na tribuna da Câmara dos Deputados para falar sobre o anúncio de mudança na proposta da Reforma da Previdência, feita pelo Palácio do Planalto, na última sexta-feira.

De acordo com o anúncio do governo federal, a atual proposta da Reforma da Previdência passará por mudanças em cinco pontos. São eles relacionados à aposentadoria rural para homens e mulheres, pensão por morte, benefício de prestação continuada e aposentadorias especiais. Para Leo de Brito, o presidente Michel Temer já sabe que será derrotado nesta votação e está dando sinais de recuo.

“Atualmente temos 271 parlamentares que votam contra essa reforma. Os próprios deputados da base admitem que o governo federal sofrerá uma derrota acachapante e nós temos os placares das votações dando conta que os votos contra a reforma estão crescendo”, disse.

Leo de Brito lembra ainda que os parlamentares de oposição seguem na luta para que nenhum direito seja retirado dos trabalhadores e citou a importância das manifestações populares que estão acontecendo no país contra as reformas.

(AP)

Foto: Gustavo Bezerra
Mais fotos: www.flickr.com/photos/ptnacamara

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Léo de Brito e Luiz Sérgio criticam aumento abusivo na taxa do Enem

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Os deputados Léo de Brito (PT-AC) e Luiz Sérgio (PT-RJ) criticaram na tribuna da Câmara, nesta segunda-feira (10), o aumento de 20% na taxa de inscrição do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), anunciado pelo ministério da Educação do governo ilegítimo de Temer. Os parlamentares classificaram o aumento de “injusto e abusivo”, ao lembrar quem, no ano passado, a inflação oficial foi de 4,5%. 

“O MEC, mais uma vez, atua na sua política de destruição da educação do País. Já tinha anunciado restrições às isenções nas inscrições do ENEM e anunciou o fim do Ciência sem Fronteiras. Os recursos que eram para a expansão das universidades federais foram cortados, os recursos para a manutenção das próprias universidades também foram reduzidos. Então, estamos muito preocupados com os rumos que a educação está tomando no nosso País”, ressaltou.

Para o deputado Luiz Sérgio, com a decisão sobre o Enem o slogan do governo deveria mudar de “Ordem e Progresso” para “Exterminador do Futuro”.

“O ENEM é para pobre. Se nós temos desempregados, ele tinha que abaixar a taxa e não aumentar”, argumentou.

Reforma- Em outro discurso, o deputado Léo de Brito disse ainda que o recuo do governo Temer ao admitir que fará mudanças na Reforma da Previdência já evidencia que a matéria será derrotada na Câmara. Ele lembrou que os protestos de rua ocorridos nos dias 8 de março, 15 e 31 de abril, já demonstraram que a população é contra a proposta.

“E se anuncia para o dia 28 uma greve geral, assim como aconteceu na semana passada na Argentina. O Governo literalmente anuncia um recuo que, na verdade, é uma derrota. Nós estamos trabalhando para que nenhum direito seja tirado dos aposentados, dos trabalhadores. A reforma já está em vias de ser derrotada. Não vamos aceitar nenhum tipo de retrocesso. Nós do Partido dos Trabalhadores vamos lutar até o fim pela retirada dessa reforma, porque ela já está derrotada”, afirmou.

(Heber Carvalho)

Heber Carvalho

 

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