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Principal missão de Sérgio Moro e Dallagnol é impedir candidatura de Lula em 2018, denuncia Zé Geraldo

zegeraldo gustavo

O deputado Zé Geraldo (PT-PA) ocupou a Tribuna da Câmara nesta quinta-feira (20), pela Liderança do PT, para protestar contra vídeo que está circulando na Internet, segundo ele coordenado pelo Procurador Federal Daltan Dallagnol, em que ele diz que não se pode votar o projeto de lei sobre abuso de autoridade, em debate no Senado, sob alegação de que vai intimidar procuradores de julgarem grandes crimes. “O Procurador Federal está mentindo para o povo brasileiro, assim como o juiz Sergio Moro, que afirma a mesma coisa”, disse. 


“Isso é uma mentira cabeluda, Sr. Juiz Sergio Moro e Sr. Procurador Daltan Dallagnol. Vocês precisam se colocar em seus lugares. Vocês são juízes. Se vocês quiserem concorrer a Governador, a Senador, a Presidente da República, a Prefeito, a Vereador, a deputado, vocês peçam licença do cargo e entrem na vida política partidária, que acredito ser muito mais difícil do que a de vocês, até porque um deputado federal, se quiser ficar 40 anos no cargo, precisa disputar dez eleições, enquanto que um juiz, depois de passar em concurso, vai trabalhar por 40 anos e ganhar por toda a vida um salário maior, inclusive, do que o de um deputado federal”, afirmou.

Para o deputado Zé Geraldo, tanto o Procurador Dallagnol como o Juiz Moro tiveram a tarefa de ajudar a derrubar a Presidenta Dilma. “Eles são golpistas. Eles são fascistas. Eles foram engrenagem poderosa entre as engrenagens que funcionaram no golpe para derrubar Dilma. O Juiz Sergio Moro, parte da Justiça, parte do Ministério Público Federal, fazem parte dessas engrenagens. Pergunto ao povo brasileiro, alguém já cometeu mais abuso de autoridade neste País do que o Juiz Sergio Moro e esse Procurador Federal? Eu disse isso cara a cara com Sergio Moro aqui na Câmara e ele ficou quieto. Ele não falou uma vírgula”, desabafou Zé Geraldo.

O deputado citou três abusos de autoridade que Sergio Moro cometeu: “primeiro, ele, de forma ilegal, mandou prender coercitivamente o Presidente Lula. Sabia que era ilegal, e mandou. Ele, de forma ilegal, mandou interceptar uma gravação da Presidenta Dilma com o Lula. Isso é crime de lesa-pátria. Ele sabia que era ilegal, e mandou. Ele mandou prender o jornalista Eduardo Guimarães. Isso estava tão errado, que, em 72 horas, ele mandou soltar. Isso é abuso de autoridade ou não?”, questionou o deputado Zé Geraldo.

Como se não bastasse continuou Zé Geraldo, o ex-presidente Lula conseguiu colocar 87 testemunhas para depor a seu favor em Curitiba. “E sabem o que o juiz Sergio Moro fez? Ele determinou que o Lula esteja presente em todos os 87 depoimentos. Isso é abuso de autoridade ou não é? Eu disse para o Sergio Moro: se a Justiça desse Brasil fosse séria, você não era mais juiz. O Conselho Nacional de Justiça já deveria tê-lo afastado do seu cargo”.

Para o deputado, a missão principal nesse momento de Dallagnol e do juiz Sergio Moro, depois de terem derrubado a Presidenta Dilma, é impedir que um líder político, se referindo a Lula, que hoje está na frente em todas as pesquisas para ganhar as eleições de 2018, seja candidato a Presidente da República. “É essa a tarefa do Sergio Moro em Curitiba! É essa a tarefa do Ministério Público Federal, parte do Ministério Público Federal, coordenada pelo Dallagnol e por esse vídeo que está sendo veiculado contra o projeto de abuso de autoridade”.

Ainda, de acordo com o deputado, a maioria dos juízes do Brasil, a maioria dos promotores, seja federal, seja estadual, estão cumprindo o seu papel, “mas há aqueles que partidarizaram, que estão na engrenagem do golpe e são responsáveis pela desgraça que está acontecendo no Brasil, que está indo cada vez mais para o buraco”.

Lembrou o deputado o golpe em que tiraram uma Presidente legítima prometendo mais investimentos. “Onde estão os investimentos? Onde estão os empregos?”. Citou ainda a retirada de direitos prevista nas reformas da Previdência e Trabalhista.

Zé Geraldo manifestou expectativa de que a greve geral do próximo dia 28 possa refletir na decisão dos parlamentares que vêm votando “o “desmonte” do País. “Inclusive, em direitos da classe trabalhadora garantidos com muita luta, suor e sangue nesses últimos 40 anos e estão sendo desmontados aqui neste plenário”.

PT na Câmara
Foto: Gustavo Bezerra/PTnaCâmara

 

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Golpe foi ato de vingança, afirma Zé Geraldo

zegeraldo gustavo

O deputado Zé Geraldo (PT-PA) registrou em pronunciamento no plenário um ano do golpe parlamentar que tirou do cargo a presidenta Dilma Rousseff, eleita democraticamente, e impôs ao povo brasileiro o governo ilegítimo e golpista de Michel Temer. “Dia 17 de abril completou um ano dessa grande insanidade. O dia do golpe é o dia da vergonha nacional”, afirmou.

Para Zé Geraldo, não se pode esquecer que o golpe parlamentar já foi admitido, inclusive, pelo golpista Temer. “O insano convicto admitiu, com tranquilidade e desfaçatez, em rede nacional num programa de TV, que o golpe contra a Presidenta Dilma, foi um ato de sórdida vingança de um criminoso que atualmente jaz atrás das grades. E esse homem provocou todo esse golpe porque o Partido dos Trabalhadores não concordou em salvá-lo no Conselho de Ética”, lamentou o petista ao referir-se ao ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O parlamentar petista lembrou que Eduardo Cunha “com apoio do partido da imprensa golpista (PIG), de parte de altos membros do Judiciário e de um Congresso majoritariamente envolvido e pago para executar o golpe, atrelou seu desqualificado destino com Temer, PSDB, PMDB e demais golpistas menores contra a democracia”, reiterou. “O golpe está escancarado e sua face é de arrogância e ódio aos trabalhadores do nosso Brasil”, finalizou o parlamentar do PT.

Gizele Benitz

Foto: Gustavo Bezerra
Mais fotos: www.flickr.com/photos/ptnacamara

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Trabalhadores dos Correios criticam proposta de fechamento de agências e retirada de direitos

AngelimCorreios

Representantes dos trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) criticaram nesta quinta-feira (6) a direção da empresa pela tentativa de jogar nas costas dos trabalhadores da instituição a responsabilidade pelo déficit existente no caixa da empresa. Segundo eles, o desequilíbrio nas finanças ocorre porque - entre outros pontos- parte do lucro é repassado ao governo federal e também porque a empresa compromete parte da arrecadação em patrocínios. As críticas aconteceram durante audiência pública na Comissão da Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia, por iniciativa do deputado Angelim (PT-AC).

A direção dos Correios defende a existência de um rombo de 4 bilhões de reais nos cofres da empresa, acumulados nos últimos dois anos. Como solução para o déficit, a ECT propõe a adoção de um Plano de Demissão Voluntária (PDV), o fechamento de 200 agências em todo o País e a redução na contrapartida da empresa no pagamento do plano de saúde dos funcionários.

Para o presidente da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores dos Correios (FINDECT), José Aparecido Gimenes Gandara, o caixa da empresa pode ser fortalecido sem a retirada de direitos ou o desligamento de funcionários.

“Entre os problemas dos Correios está o repasse de dividendos ao governo federal de 2,816 bilhões de reais apenas entre os anos de 2015 e 2016. Também não precisamos expor nossa marca ou manter patrocínios, que é de responsabilidade da União. Os carteiros são os nossos esportistas, andam até 20 quilômetros por dia carregando uma sacola com até 10 quilos nas costas. São os nossos heróis”, enfatizou, ao lembrar os altos custos de patrocínios mantidos pela empresa.

Já o secretário geral da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), José Rivaldo da Silva, criticou o presidente da ECT, Guilherme Campos Junior, por expor negativamente a imagem dos Correios na imprensa.

O deputado Angelim, autor do requerimento que viabilizou o debate, disse que o fortalecimento da instituição não pode ocorrer às custas dos interesses da população - com fechamento de agências - e dos funcionários dos Correios.

“Em municípios mais distantes a agência dos Correios é o único meio que as populações têm de receber suas cartas, encomendas e até de acessar serviços pelo Banco Postal. A empresa também não pode penalizar os trabalhadores com o PDV, que é uma clara ameaça e chantagem”, afirmou.

Também participaram da audiência pública o presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Correios, deputado Leonardo Monteiro (PT-MG), e os deputados petistas João Daniel (SE) , Zé Geraldo (PA), Maria do Rosário (RS) e Margarida Salomão (MG).

Héber Carvalho e Ivana Figueiredo

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Foto: Gustavo Bezerra/PTnaCâmara

 

Ouça José Gonçalves de Almeida na Rádio PT

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Ouça a Deputada Maria do Rosário na Rádio PT

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