Menu

facebookflickrtwitteryoutube

Câmara “apunhala trabalhador” ao aprovar urgência da Reforma Trabalhista, diz Erika

erikakokay

A deputada Erika Kokay (PT-DF) classificou como “total desrespeito” com a trabalhadora e o trabalhador brasileiro a aprovação nesta semana, pelo plenário, da urgência para a apreciação da chamada reforma trabalhista do governo ilegítimo de Temer. “Este Parlamento impediu que pudéssemos construir consensos na comissão especial, ou ainda que não se construísse consensos, fosse transparente e possibilitasse a população entender o que está acontecendo nesta Casa. A Câmara ficou de costas para a população e apunhalou os instrumentos de maior proteção do trabalhador e da trabalhadora deste País”, afirmou a petista.

Para a parlamentar do PT, a Câmara ao aprovar a urgência fez a opção de colaborar com o golpismo instalado no País. “Nós sabemos que o golpe não fica ensimesmado, ele vai esgaçando os tecidos que asseguram a democracia e o direito. Estamos vivendo, eu diria, o coração pulsante do golpe, que se iniciou e se expressou com a proposta de emenda à Constituição que limita os gastos das despesas primárias e que caminhou pela terceirização, caminhou pela Reforma Trabalhista e pela Reforma da Previdência”, disse.

Erika Kokay afirmou que nem a ditadura militar “ousou” descaracterizar a CLT. “E se fala em modernização? O que há de moderno em gestantes e lactantes poderem trabalhar em locais insalubres? O que há de moderno nisso? O que há de moderno em instaurar o ‘horismo’, ou seja, o trabalhador trabalhar por hora, ficar à disposição da empresa, mas apenas trabalhar a partir da necessidade da empresa, por 1 hora ou 2 horas, rasgando-se o salário mínimo, inclusive, porque ele só vai receber no dia, na hora em que ele trabalhar. O que existe de moderno nisso? Isso tira o repouso remunerado. O que existe de moderno em possibilitar que o trabalhador abra mão de metade do seu aviso prévio e de metade da multa por demissão sem justa causa, prevista neste País, ou de parte do FGTS? O que existe de moderno nisso? Isso cheira a senzala. Isso cheira a escravidão”, criticou.

“Num País em que temos um governo golpista que se nega a divulgar uma lista das empresas que exercem trabalho análogo à escravidão, em que ainda convivemos com a brutalidade e a literalidade da escravidão, rasgam-se direitos que representam o sonho e a luta de tantos brasileiros e brasileiras. Neste ano, acontece o aniversário de 100 anos da primeira greve geral deste País. No dia 28 de abril, seguramente, teremos uma greve que nos lembrará da história desse povo e nos lembrará de que nos colocaremos em movimento para assegurar tudo o que foi conquistado e que está sendo rasgado”, reiterou a deputada Erika Kokay.

Gizele Benitz
DIvulgação

Read more...

Trabalhadores rechaçam privatização dos Correios

LuizCouto GB

Representantes dos funcionários dos Correios criticaram nesta quinta-feira (19) a postura pública do presidente da ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos), Guilherme Campos, que em várias entrevistas recentes à imprensa vem apontando o caminho da privatização para conter o déficit da empresa. As declarações aconteceram durante audiência pública conjunta das comissões de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) - presidida pelo deputado Paulão (PT-AL); de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI); Finanças e Tributação (CFT); Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia (Cindra).

Durante a reunião, viabilizada por requerimento do deputado Luiz Couto (PT-PB) e de outros parlamentares, sindicalistas também criticaram a forma como a empresa tem sido conduzida atualmente. Para o presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), José Rivaldo da Silva, a sustentabilidade financeira da empresa também passa pela participação dos funcionários dos Correios na tomada de decisões.

“Quando o presidente dos Correios diz à imprensa que a empresa é inviável, e ameaça com privatização e demissão, gera insegurança aos funcionários e a seus familiares. Para nós a empresa é viável, e estamos aqui para apresentar soluções”, ressaltou.
Dentre as propostas apresentadas pelo sindicalista está a da fidelização dos serviços dos órgãos públicos aos Correios. Pela proposta, toda e qualquer postagem ou entrega de encomendas do serviço público federal, estadual ou municipal deveria ser contratada exclusivamente com os Correios.

Segundo o presidente da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect), José Gandara, a fidelização dos serviços postais dos órgãos públicos poderia acrescentar ao caixa anual da empresa R$ 40 bilhões em serviços. O déficit dos Correios atualmente é estimado em R$ 2 bilhões.

A deputada Erika Kokay (PT-DF) apresentou ainda outras formas de aumentar a arrecadação da empresa.

“Estamos falando de uma empresa que represou nos últimos anos R$ 6 bilhões a título de antecipação dos lucros para a União, e que não deveria ter concedido; que também adota uma política de patrocínios que não se justifica nesse momento. Se analisarmos tudo isso, veremos que essa empresa tem saúde, porque ainda possui ativos suficientes para cobrir o dobro dos passivos junto a terceiros”, ressaltou.

Héber Carvalho
Foto: Gustavo Bezerra/PTnaCâmara

 

Read more...

Câmara homenageará Brasília e 55 anos da UNB

plenarioCD

Numa iniciativa da deputada Erika Kokay (PT-DF) a Câmara realiza sessão solene na próxima terça-feira (25), às 10 horas, em homenagem aos 55 anos da Universidade de Brasília (UnB).

Também na próxima semana, na segunda-feira (24), às 10 horas, haverá homenagem ao 57º Aniversário de Brasília. E na quinta-feira (27), às 10 horas, a sessão solene será em homenagem ao centenário do Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro (Sindimetal).

Gizele Benitz

Read more...
Subscribe to this RSS feed